quarta-feira, 15 de junho de 2016

Gentem cada dia fico mais chocada com a ditadura da magreza imposta a nós mulheres. Basta olhar a televisão e as revistas para ver que as modelos estão cada dia mais magras ( isso para não dizer esqueléticas ). 
Tenho muitas amigas que malham duas, três horas por dia e outras que fazem dietas e mais dietas buscando atingir uma meta que simplesmente não existe. Eu chamo isso de desequilíbrio.
O ser humano nunca esteve tão alienados que nunca vimos tantos blogues fitness, tantas musas fitness e tanta gente depressiva. Cuidamos do corpo e esquecemos da alma. 
Houve um tempo em que eu me considerava fora dos padrões, aliás fora do padrão sempre foi a minha marca registrada, afinal nunca fui contra os meus valores para agradar aos demais. Hoje, vendo a pessoa que sou, agradeço a Deus por ter me feito assim. 
Tenho meu jeans stop ( já falei dele aqui no blog) e é ele quem me diz quando estou acima do peso, não a colega de trabalho invejosa que teima em me chamar de gorda. 
Temos que aceitar o efeito do tempo em nosso corpo; eu passei por duas gestações, nunca terei o corpo de uma ninfeta que nunca pariu. A barriguinha, a celulite, a gordurinha localizada e algumas estrias vêm inclusas no pacote.
Malhar para mim é um meio de vida e não de morte. Vou na academia e malho uma hora e o dia que não estou a fim,  simplesmente não vou. Como hoje, por exemplo. E o mundo não vai se acabar por isso.
Quanto a comer... Bem, comer são os dois melhores verbos que existem!

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