sexta-feira, 25 de julho de 2014

Escrever

Houve um tempo que escrever foi um refúgio, uma fuga do mundo, das pessoas e até mesmo de mim. E assim durante muitos anos, eu - um ser tão estranho, me abriguei, me perdi e me encontrei em páginas amarelas de velhos cadernos denominados diários.
Também houve o tempo em que escrever era um prazer tão imenso e intenso que acabou por tornar-se uma necessidade, uma espécie de vício do bem. Nessa época era comum escrever crônicas e poesias em guardanapos de lanchonetes, em papéis de mesa de bar...
No tempo presente continuo escrevendo, no blog, na minha pasta pessoal e até em cadernos, acreditem... Muitas vezes tenho ideias malucas ou desabafos que se perdem sem ganhar forma de nada, nem de uma simples postagem. Noutras tantas vezes me falta tempo, me falta coragem e me faltam até motivos. Entretanto, sei que escrever está intrínseco no meu eu,  faz parte de mim. 
Não sou blogueira, nem poetisa e muito menos cronista. Sempre gostei de escrever diários. Quem escreve diário não seria "diarista"?????

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